Novidade!

Em 2025, inspirada pela memória do meu pai, Luiz Yoshikazu, que faleceu em 2020, iniciei meus estudos na Nova Acrópole – Escola de Filosofia à Maneira Clássica. Por muitos anos, meu pai acompanhou com entusiasmo os ensinamentos da filósofa Lúcia Helena Galvão, e esse vínculo afetivo foi decisivo para que eu me aproximasse da filosofia.

Em um momento em que decidi empreender com o pickleball, durante uma aula da aluna Fátima, surgiu o tema da Nova Acrópole. Resolvi assistir a uma palestra — e foi paixão à primeira vista: pela escola, pelos professores e pelos colegas. A partir daí, a filosofia passou a fazer parte do meu cotidiano.

Esporte e filosofia em movimento

A convite da equipe da Nova Acrópole de Taubaté, participei de um evento da escola, no Módulo São Jorge, em São Francisco Xavier, com organização da Escola do Esporte com Coração. Voltei a jogar tênis de mesa e, com muita honra e alegria, conquistei a vaga para participar da competição internacional, em Olímpia, na Grécia, em julho de 2026.

Em 2025 e 2026, tive o privilégio de vivenciar esse evento tão especial da escola. Foi uma experiência que ampliou meu olhar sobre o esporte para além da competição. Trata-se de uma caminhada de aprendizado aliada à filosofia, com foco em autoconhecimento, superação e fraternidade.

Um novo ciclo rumo à Grécia

A classificação representa não apenas um retorno ao esporte de origem, mas também a continuidade de um caminho que une valores humanos, disciplina e reflexão. Voltar a competir nesse contexto, anos depois de ter vivido o alto rendimento esportivo, carrega um significado ainda mais profundo.

Representar o Brasil em um evento que conecta esporte e filosofia é uma experiência que une passado, presente e propósito.